A Secretaria da Fazenda (Sefaz), por meio da Receita Estadual, participa do 81º Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários (Encat), em Cuiabá (MT). O evento começou na terça-feira (17) e termina nesta quinta-feira (19).
Além disso, o encontro reúne representantes das administrações tributárias dos estados e do Distrito Federal. O objetivo é discutir temas estratégicos ligados à arrecadação, à modernização dos fiscos e ao ambiente econômico brasileiro.
Nesse contexto, o evento ganha ainda mais relevância devido à implementação da Reforma Tributária. Portanto, os debates focam diretamente nos impactos e desafios do novo modelo.
Representam o Espírito Santo os auditores fiscais Thiago Venâncio, subsecretário da Receita Estadual, Hudson Carvalho e Geovani do Nascimento Brum. Além disso, o Encat se destaca como um dos principais fóruns de discussão tributária do país.
Dessa forma, o encontro promove o intercâmbio de experiências entre os entes federativos. Ao mesmo tempo, incentiva a construção conjunta de soluções para desafios comuns.
Reforma Tributária e inovação na administração fiscal
Nesta edição, o principal tema é a Reforma Tributária. O foco recai sobre a implementação do novo modelo de tributação do consumo.
Esse novo sistema exige alto nível de articulação entre estados e municípios. Isso ocorre, principalmente, por causa da criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
Além disso, esses tributos demandam sistemas digitais integrados. Portanto, a tecnologia se torna um elemento central nesse processo.
A programação também inclui outros temas relevantes. Entre eles, destacam-se a interoperabilidade de sistemas, a governança de dados e a simplificação de obrigações acessórias.
Da mesma forma, os participantes discutem o combate à sonegação. Além disso, avaliam o uso de automação e inteligência artificial na gestão fiscal.
Segundo o subsecretário da Receita Estadual, Thiago Venâncio, a participação no encontro é essencial. Isso se deve aos desafios trazidos pelo novo modelo tributário.
De acordo com ele, a transição exige diálogo entre as administrações tributárias. Assim, os órgãos conseguem alinhar processos e adotar boas práticas de governança e tecnologia.
Por fim, Venâncio destaca a importância do esforço conjunto. Segundo ele, essa cooperação contribui para uma reforma mais justa, eficiente e capaz de melhorar o ambiente de negócios no país.
Cadastre-se na nossa Newsletter e fique por dentro das principais notícias da semana
