As empresas de Mato Grosso devem se preparar para a chegada do CNPJ alfanumérico, que entrará em vigor em 1º de julho de 2026. A mudança afetará apenas as novas inscrições realizadas pela Receita Federal, mas exigirá adequações nos sistemas utilizados por empresas, contadores e desenvolvedores.
Além disso, o novo modelo combinará letras e números para ampliar a capacidade de geração de registros. Dessa forma, a Receita Federal garante a continuidade do cadastro nacional diante do crescimento da atividade empresarial no país.
Os CNPJs já existentes permanecem válidos e não sofrerão qualquer alteração.
CNPJ alfanumérico amplia capacidade de novas inscrições
A Receita Federal instituiu o novo formato para aumentar a quantidade de combinações disponíveis para futuras inscrições de empresas e filiais.
Apesar disso, a alteração não modificará os números já cadastrados. Portanto, apenas os novos registros emitidos a partir de julho de 2026 utilizarão o padrão alfanumérico.
Além disso, a mudança preserva a integridade das informações existentes e evita impactos nos cadastros atuais.
Por esse motivo, as empresas devem concentrar seus esforços na adaptação tecnológica dos sistemas utilizados no dia a dia.
Sistemas devem reconhecer o novo CNPJ alfanumérico
Embora a mudança alcance diretamente apenas novas inscrições, todos os contribuintes precisarão garantir que seus sistemas reconheçam o novo formato.
Nesse sentido, será necessário revisar rotinas relacionadas à emissão de documentos fiscais, validação cadastral, integração de informações e comunicação com clientes e fornecedores.
Além disso, a Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) recomenda que as empresas iniciem as adequações o quanto antes.
Da mesma forma, organizações que utilizam sistemas próprios de gestão, faturamento ou emissão de documentos fiscais devem avaliar possíveis impactos operacionais.
Desenvolvedores e escritórios contábeis também devem se adequar
A recomendação da Sefaz-MT também se estende a desenvolvedores de software, escritórios de contabilidade e fornecedores de soluções tecnológicas.
Além disso, esses profissionais deverão garantir a compatibilidade dos sistemas durante o período de convivência entre os formatos numérico e alfanumérico.
Por isso, as áreas de tecnologia e gestão devem consultar seus fornecedores para confirmar se as adaptações necessárias já foram implementadas ou estão em desenvolvimento.
Por fim, a preparação antecipada reduzirá riscos operacionais e ajudará as empresas a manter a conformidade com as novas exigências da Receita Federal.
Fonte: Sefaz – MT
Cadastre-se na nossa Newsletter e fique por dentro das principais notícias da semana.
